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Influências de “Elementais”: “Chrono Cross”

Continuando a série de posts das influências de Elementais, agora é a vez de outro game que eu já joguei muuuuito e que foi uma das minhas grandes alegrias de início da adolescência (haha). Trata-se de Chrono Cross.

Capa de Chrono Cross

O que falar de Chrono Cross? Poxa, é um jogo magnificamente belo, colorido, com uma trilha sonora fantástica (também composta pelo grande Yasunori Mitsuda, compositor da trilha de Xenogears) e um enredo intrigante.

A história de “Chrono Cross” foca em um garoto adolescente chamado Serge e no tema de mundos paralelos. Diante de uma realidade alternativa na qual morreu quando criança, Serge empenha-se em descobrir a verdade sobre a divergência dos dois mundos. A espalhafatosa ladra Kid e muitos outros personagens o ajudam em suas viagens pelo arquipélago tropical El Nido. Lutando para desvendar seu passado e achar a misteriosa Frozen Flame, Serge é sobretudo desafiado por Lynx, um antagonista obscuro trabalhando para capturá-lo.

Fonte: Wikipédia em inglês (tradução minha).

As minhas influências de Chrono Cross vão desde  personagens e locais a certos detalhes do sistema de batalha, como os Elementos. A trama básica de um garoto perdido em um mundo novo onde é ajudado por uma garota também pode ser percebida, só que levemente modificada, em Elementais.

Chrono Cross é um jogo muito colorido e detalhado, graficamente falando, e é mais ou menos assim que eu visiono Elementais. O jogo oscila rápido entre um humor e um cenário alegres e vivos para uns sombrios e melancólicos. É também essa plasticidade que procuro para o meu livro, pois acho que assim ele consegue oferecer diversas sensações diferentes ao leitor, em vez de ser uma história que está sempre com o mesmo ânimo e caminhando no mesmo ritmo.

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