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Influências de “Elementais”: “SaGa Frontier”

Conhecem, conhecem, conhecem?? Caramba, como eu já joguei esse jogo! E mesmo tendo jogado tanto, não completei nem um décimo dele! (Quer dizer, considerando que são sete personagens jogáveis, então completei um sétimo, já que consegui zerar com a Asellus, haha.) Este grande game chama-se SaGa Frontier.

Capa de SaGa Frontier

O enredo de “Saga Frontier” acontece em um universo de ficção científica/fantasia chamado de Regiões, um grupo de mundos com variados graus de cultura, raças únicas, tecnologia e magia. O jogo permite ao jogador seguir as proezas de um dos sete protagonistas, cada um com seu próprio enredo e objetivo. O Sistema de Enredo Livre (Free Scenario System) oferece uma grande quantidade de jogabilidade não linear, permitindo que o jogador viaje livremente entre as muitas Regiões, interaja com outros personagens e faça parte de combates baseados em turnos.

Fonte: Wikipédia em inglês (tradução minha).

Jogos onde não havia exatamente um protagonista e que lhe permitiam ver as mesmas situações pelo ponto de vista de diferentes personagens sempre me atraíram. SaGa Frontier, além de fazer isso, também oferece uma liberdade imensa, ao ponto de você não saber para onde deve ir para terminar a história do personagem escolhido. Eu não tenho dúvidas de que isso foi uma influência inconsciente em Elementais porque, no meu livro, há muitos momentos em que personagens teoricamente secundários são postos na posição de protagonistas. Isso era mais evidente nas versões antigas, e ficará mais evidente também nos próximos volumes da nova versão. Além disso, a viagem entre as chamadas Regiões do jogo também influenciaram a globalização em Elementais, onde, mais futuramente, personagens do mundo todo irão interagir entre si e fazendo visitas a outros países.

Só espero que o livro dure o suficiente até lá! Hehe.

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Influências de “Elementais”: “Chrono Cross”

Continuando a série de posts das influências de Elementais, agora é a vez de outro game que eu já joguei muuuuito e que foi uma das minhas grandes alegrias de início da adolescência (haha). Trata-se de Chrono Cross.

Capa de Chrono Cross

O que falar de Chrono Cross? Poxa, é um jogo magnificamente belo, colorido, com uma trilha sonora fantástica (também composta pelo grande Yasunori Mitsuda, compositor da trilha de Xenogears) e um enredo intrigante.

A história de “Chrono Cross” foca em um garoto adolescente chamado Serge e no tema de mundos paralelos. Diante de uma realidade alternativa na qual morreu quando criança, Serge empenha-se em descobrir a verdade sobre a divergência dos dois mundos. A espalhafatosa ladra Kid e muitos outros personagens o ajudam em suas viagens pelo arquipélago tropical El Nido. Lutando para desvendar seu passado e achar a misteriosa Frozen Flame, Serge é sobretudo desafiado por Lynx, um antagonista obscuro trabalhando para capturá-lo.

Fonte: Wikipédia em inglês (tradução minha).

As minhas influências de Chrono Cross vão desde  personagens e locais a certos detalhes do sistema de batalha, como os Elementos. A trama básica de um garoto perdido em um mundo novo onde é ajudado por uma garota também pode ser percebida, só que levemente modificada, em Elementais.

Chrono Cross é um jogo muito colorido e detalhado, graficamente falando, e é mais ou menos assim que eu visiono Elementais. O jogo oscila rápido entre um humor e um cenário alegres e vivos para uns sombrios e melancólicos. É também essa plasticidade que procuro para o meu livro, pois acho que assim ele consegue oferecer diversas sensações diferentes ao leitor, em vez de ser uma história que está sempre com o mesmo ânimo e caminhando no mesmo ritmo.

Influências de “Elementais”: “Xenogears”

Pensei em começar uma série de posts sobre obras que inspiraram a existência de Elementais como ele é hoje. Quando digo obras, eu quero dizer animes, mangás, games, livros, filmes, seriados etc.

Então que tal começar com o jogo que talvez tenha sido a primeira influência de todas? Ora, pra quem já me acompanha há algum tempo, falo de Xenogears, é claro!

Capa de Xenogears

O jogo não apenas me inspirou a escrever Elementais, como também a estudar Psicologia! Entendem a sua grande importância na minha vida? Hehehe.

Sua complexidade, seus personagens, sua jogabilidade, sua música… Xenogears é uma obra prima, e acho que posso dizer sem medo que é um dos meus cinco — três? — jogos preferidos. Isso se não o preferido, mas escolher um só preferido de alguma coisa pra mim é complicado, então vamos deixar isso em aberto, hahaha!

Falar sobre o jogo também é complicado, então encontrei um texto já pronto no Fórum Outer Space bastante elucidativo que irá matar a curiosidade de novos navegantes: CLIQUE AQUI.

E, claro, há informações a respeito na Wikipédia, mas a versão do artigo em português é tão ruinzinha que eu recomendo aos amigos que speak English very well que leiam o artigo em inglês, pois está muito melhor: CLIQUE AQUI.

Bom, é isso. Qualquer semelhança com Elementais não é mera coincidência: é cópia descarada, mesmo, uma verdadeira safadeza!

Hahaha! Não, brincadeira. Há, sim, grandes influências, mas cópias assim tão sem vergonha, não.

Nomes

Pode ser que alguns já tenham reparado no meu grande interesse por nomes e pela etimologia em geral. Para mim, a parte de nomear um personagem, local, objeto ou qualquer outro elemento de uma história é de grande importância. Desde a sonoridade do nome, sua simplicidade ou complexidade até seu significado, tudo isso conta muito na hora de eu decidir do que será batizada cada criação minha.

Achei, então, que seria interessante fazer um post falando dos significados dos nomes dos meus personagens e alguns comentários a respeito deles, como por exemplo por que os escolhi.

Seguem abaixo os nomes de todos os personagens que aparecem até o fim do capítulo 4.

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